" Como sempre acontece,
durante o treino semanal
foi comentado a abertura
das inscrições
para a maratona de Santiago
no Chile.
Logo, um grupo
manifestou a vontade de
realizá-la
tanto pela sua beleza (afinal
o Chile é um belo
pais) como pela sua altimetria
( quase toda plana).
E vieram os treinos. Muitos
dias de treinos. Pra ser
mais exato, foram três
meses de treinamentos de
ritmos, intervalados e
longões.
Já houve quem dissesse
que a pior parte da maratona é o
treinamento.
Chuva ou sol, domingos
ou feriados e às
cinco e meia da manhã ia
chegando de um a um para
mais um dia de treino.
Enfim, chega o dia 2 de
abril, dia da partida para
mais esse desafio. E mais
uma vez foram aos poucos
se juntando: Capitão
Aloísio, Julinho,
Luiz André, Marcelo,
Luiz Antonio e a galera
da meia maratona: Hudson
e Sandro. No dia 3 de abril
sairia Emir, Braz, Sérgio
Levi e Lucas Izoton (este
também para a meia
maratona). Era uma excelente
equipe.
Chegamos ao Chile e logo
nos chamou a atenção,
a forma educada e carinhosa
como o povo chileno recebe
os turistas, a organização
e a limpeza da cidade,
a facilidade de deslocamento
(metrô), o baixo índice
de violência, enfim,
essas coisas que não
vemos por aqui.
No sábado, durante
a entrega dos kits, mais
uma vez a organização
esteve impecável,
atendendo os 16000 participantes
sem qualquer atropelo.
Achei, porém, muito
fraca a feira do evento,
talvez devido o patrocínio
exclusivo da adidas o que
impediu a exposição
de produtos de outras empresas.
O domingo amanhece com
uma temperatura agradável
(em torno dos 15ºC)
e naquele momento eu entendi
a frase do evento: SANTIAGO É NOSSA.
Uma multidão de
corredores, a maioria vestido
com a camisa do evento
foi se aglomerando na praça
La Moneda, onde seria a
largada, o que dava uma
cloração
amarela à mesma
mostrando a grandiosidade
daquele evento.
As 8.00h, foi dado a largada
e durante todo o percurso
o fornecimento de água,
isotônicos, carbohidratos
e frutas estiveram impecáveis.
Após a conclusão
do percurso (que todos
completaram com competência
para a distância
a que se propuseram), foi
colocado uma lona sobre
a praça onde os
atletas podiam descansar,
receber seus familiares
ou tirar fotos. Além
disso, água, frutas
e isotônico eram
liberados para os atletas
a medida que cada um solicitava.
Para completar o sucesso
desta corrida, o capitão
Aloísio ficou em
primeiro lugar em sua categoria
o que além de nos
encher de orgulho, nos
mostra cada vez mais que
ele é um exemplo
a ser seguido quer seja
como ser humano, quer como
atleta.
PARABÉNS CAPITÃO. "
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